O presentismo custa às empresas portuguesas cerca de 8,9 mil milhões de euros por ano em produtividade perdida, segundo a Ordem dos Psicólogos Portugueses.

É quase o dobro do custo estimado do absentismo. Os colaboradores podem estar fisicamente presentes, mas a lidar com stress, exaustão ou desafios de saúde mental que afetam o seu desempenho.

Estar presente nem sempre significa estar bem.

A Cozecare acredita que a saúde mental no trabalho deve ir além das soluções reativas, com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e cuidado psicológico acessível.

Porque o bem-estar dos colaboradores não deve ser tratado só quando as pessoas chegam ao limite.

Fonte: Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), 2026.